Que história você esta criando para si?

No meio de um turbilhão de informações, é comum em nossas relações, opiniões e perspectivas, darmos atenção a um ponto focal de forma a simplificar e facilitar o entendimento, direcionando nossa narrativa para fatos socialmente relevantes e aceitos, distanciando assim de nossa real intenção e expectativa e fazendo escolhas que evitem as objeções, críticas e justificativas.

O problema destas escolhas é que no final acabamos com histórias simples e óbvias demais e que não refletem nossas reais emoções e sentimentos e muito menos nossas necessidades mas sim narrativas que criem o menor impacto e que sejam mais aceitas e menos vetadas pelos demais.

Assim conduzimos nossas escolhas, histórias e opiniões distanciando cada vez mais de nossas crenças, valores, pensamentos e ações o que acaba gerando sentidos duplos e conflitantes, polarizando e generalizando, nos tornando mais rígidos e inflexíveis.

Mais importante que as histórias e escolhas que fazemos e construímos de forma externa, são as narrativas que fazemos a nós mesmos, o que elas refletem de verdade e quais entendimentos e julgamentos estamos fazendo a respeito de nossos comportamentos, atitudes e ações.

“Reconheça a história e você terá a chance de escrever o final. Negue a história e é ela que vai comandar você” – Brené Brown

  1. Minhas histórias e pensamentos são simples e óbvios?
  2. Minhas histórias e pensamentos são conflitantes com meus valores e emoções?
  3. Minhas histórias e pensamentos refletem a minha experiência e conhecimento ou a realidade?

Nem sempre será fácil responder a estas perguntas e nem sempre estará claro as suas respostas, mas confrontar a história que estamos criando para nós mesmo é essencial para uma arquitetura de escolhas consciente e responsável e onde as implicações e consequências podem ter resultados mais positivos e assertivos.

É necessário assumir o controle de suas histórias, e se posicionar corretamente, entendendo seu papel atual e o ideal, seja como vítima, expectador ou protagonista.

  1. Confrontar a realidade, os fatos e como nos sentimos a respeito;
  2. Confrontar as opiniões, julgamentos e perspectivas de forma criativa, curiosa e de aprendizado;
  3. Confrontar minha responsabilidade e participação na construção da minha história.

Que história você continua criando para si?

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Adriano Levy – Empresário, Consultor, Mentor, Leader & Executive Coaching

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Pensar, ouvir e falar, são parte da sua identidade.

Uma das coisas que mais gosto na comunicação é a dualidade, não é a toa que chamamos toda e qualquer conexão entre indivíduos de duplo vínculo. Mas exatamente o que quero dizer com isso?

Algumas frases como “a opinião dos outros”, “o que ele fala é o que ele pensa”, “diz muito sobre ele mesmo”, “não vou perder tempo pensando nisso”, “falei de forma educada”, “Sou muito objetivo e direto”, “Falo o que penso”, “Não vou perder tempo me preocupando com o que ele disse”, e se fosse continuar, acho que ficaria mais um ou dois meses escrevendo, porém em todas estas frases, assim como na nossa comunicação, existem dois lados da moeda, o meu e o dele, que se misturam, se completam e ou se afastam e podem gerar ou não resultados e significados positivos.

Quando me afasto de toda e qualquer influência externa, ao mesmo tempo que me protejo de críticas destrutivas e ofensivas também me afasto das construtivas e positivas, e se for para ser direto, é o mesmo que dizer que se aceito a crítica, isso retrata minhas crenças e valores, se não aceito, da mesma forma, sendo assim, por mais que a opinião externa seja fruto de alienações da personalidade da própria pessoa, a reação a elas é também uma completa alienação a minha própria personalidade e identidade.

Agora eu imagino que você esteja dizendo “complicou”, porém o que não enxergamos é a essência da interação, e o que há por trás da verdade aparente ou da realidade por trás da realidade. Se considerarmos que a comunicação é uma competência, capacidade e atitude de externalizar nossos desejos, opiniões, aspirações e sentimentos, ou seja o que controlamos, ao mesmo tempo, palavras e gestos são também uma reação ao que não controlamos, como por exemplo a reação externa e seus resultados.

Se fosse pensar desta forma, e automaticamente me munir de um escudo invisível e indestrutível, praticamente o meu ponto cego, ficaria mais cego ainda, e quando isso acontece, de ambas as partes cresce o julgamento, generalização, omissões e distorções.

Repito e irei repetir sempre, frases que começam com “não preciso disso”, “não quero isso”, “não posso isso”, “não sou obrigado a conviver”, “não preciso disso”, “não quero aturar”, ou seja que iniciam com uma negação, não são claras nos objetivos e propósitos que queremos na nossa vida, e por pior que possa parecer, o objeto de negação será sempre o que obteremos. É preciso ser claro, objetivo, e honesto consigo mesmo antes de partir para a reação ou interação, saber o que busco, o que procuro, o que desejo, qual realmente minha intenção e propósito.

Externalizar e colocar o outro como objeto de nossas angústias, frustrações, tristeza e mágoas é uma comunicação violenta carregada de culpa, medo e vergonha de admitir na maioria dos casos, que a escolha foi minha, que o planejamento foi meu, e que minhas ações também levaram aos resultados. Ninguém vive sem ser influenciado pelo mundo e vice-versa.

“Não somos quem dizemos, ,não somos quem queremos ser. Somos a soma da influência e do impacto que exercemos nos outros e em nossa vida.” – Carl Sagan

Temos a mania e hábito de opinar sobre coisas e situações, baseados em conjecturas e suposições, juízos de valor e julgamentos, mas nunca pelo entendimento imparcial da verdade por trás da verdade e seu real significado no contexto de seus atores, ambientes, emoções e intenções.

Expor e impor nossas opiniões a partir de um único ponto de vista é algo que clama por ceticismo e que o significado pela lente filosófica quer dizer, “doutrina segundo a qual o espírito humano não pode atingir nenhuma certeza a respeito da verdade, o que resulta em um procedimento intelectual de dúvida permanente e na abdicação, por inata incapacidade, de uma compreensão metafísica, religiosa ou absoluta do real.”.

É preciso para tanto, exercer a imparcialidade dos fatos, se colocando no lugar do outro, do nós e do todos nós, de forma interna e externa a circunstância, se aproximando o máximo possível da verdade absoluta, mas que porém terá sempre o cunho da visão de nossa própria identidade, crenças, valores e regras auto impostos ou não.

Pratique diariamente 7 princípios básicos que são:

Presença: Calma, desapego e foco;

Conexão: Conectado a tudo e a todos a sua volta;

Empatia: Sentimentos, emoções e tolerância pelos outros;

Clareza: Menos conflitos e mais fatos, razões e provas;

Consciência: Enxergar as realidades tangíveis e intangíveis

Verdade: Liberdade das crenças e preconceitos, eliminação de julgamentos, suposições e juízo de valor;

Êxtase: Amor incondicional e profundo.

Lembre-se que:

“Aquele que sabe não tem necessidade de gritar.” – Leonardo Da Vinci

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Me nome é Adriano Levy e minha missão é ajudá-lo a subir mais um degrau na escada do sucesso, realização, mudança, superação e alta performance.

Sou,

Palestrante, Talker, Executive & Life Coach, Analista Comportamental DiSC e Analista ASSESS, Consultor, Mentor, Empreendedor, Analista de Sistemas, Analista de Negócios, Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação. Certificado pela SLAC Coaching – Sociedade Latino Americana de Coaching, AC – PECC – Professional Executive Coach Certification, EMCC – PECC – Professional Executive Coach Certification, IAC – Certifies in PECC – Professional Executive Coach Certification e PCA – PECC – Professional Executive Coach Certification. Trata principalmente os assuntos relacionados a empreendedorismo tradicional e social inclusivo, Startups, Comunicação Interpessoal e não violenta, desenvolvimento de líderes e liderança, autodesenvolvimento pessoal e profissional. Já realizou diversos workshops e palestras e é idealizador e criador do Curso Real Leadership Experience além de diversas oficinas e cursos.

Cursos & Oficinas:

– EmocionalLAB – Gestão da Inteligência Emocional

– Gestão Comportamental

– Comunicação Interpessoal e Não Violenta (CNV)

– FEEDBACK 4.0

– Autodesenvolvimento Pessoal e Profissional

– REAL LEASERSHIP EXPERIENCE – Liderança 2.0

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