Pensar, ouvir e falar, são parte da sua identidade.

Uma das coisas que mais gosto na comunicação é a dualidade, não é a toa que chamamos toda e qualquer conexão entre indivíduos de duplo vínculo. Mas exatamente o que quero dizer com isso?

Algumas frases como “a opinião dos outros”, “o que ele fala é o que ele pensa”, “diz muito sobre ele mesmo”, “não vou perder tempo pensando nisso”, “falei de forma educada”, “Sou muito objetivo e direto”, “Falo o que penso”, “Não vou perder tempo me preocupando com o que ele disse”, e se fosse continuar, acho que ficaria mais um ou dois meses escrevendo, porém em todas estas frases, assim como na nossa comunicação, existem dois lados da moeda, o meu e o dele, que se misturam, se completam e ou se afastam e podem gerar ou não resultados e significados positivos.

Quando me afasto de toda e qualquer influência externa, ao mesmo tempo que me protejo de críticas destrutivas e ofensivas também me afasto das construtivas e positivas, e se for para ser direto, é o mesmo que dizer que se aceito a crítica, isso retrata minhas crenças e valores, se não aceito, da mesma forma, sendo assim, por mais que a opinião externa seja fruto de alienações da personalidade da própria pessoa, a reação a elas é também uma completa alienação a minha própria personalidade e identidade.

Agora eu imagino que você esteja dizendo “complicou”, porém o que não enxergamos é a essência da interação, e o que há por trás da verdade aparente ou da realidade por trás da realidade. Se considerarmos que a comunicação é uma competência, capacidade e atitude de externalizar nossos desejos, opiniões, aspirações e sentimentos, ou seja o que controlamos, ao mesmo tempo, palavras e gestos são também uma reação ao que não controlamos, como por exemplo a reação externa e seus resultados.

Se fosse pensar desta forma, e automaticamente me munir de um escudo invisível e indestrutível, praticamente o meu ponto cego, ficaria mais cego ainda, e quando isso acontece, de ambas as partes cresce o julgamento, generalização, omissões e distorções.

Repito e irei repetir sempre, frases que começam com “não preciso disso”, “não quero isso”, “não posso isso”, “não sou obrigado a conviver”, “não preciso disso”, “não quero aturar”, ou seja que iniciam com uma negação, não são claras nos objetivos e propósitos que queremos na nossa vida, e por pior que possa parecer, o objeto de negação será sempre o que obteremos. É preciso ser claro, objetivo, e honesto consigo mesmo antes de partir para a reação ou interação, saber o que busco, o que procuro, o que desejo, qual realmente minha intenção e propósito.

Externalizar e colocar o outro como objeto de nossas angústias, frustrações, tristeza e mágoas é uma comunicação violenta carregada de culpa, medo e vergonha de admitir na maioria dos casos, que a escolha foi minha, que o planejamento foi meu, e que minhas ações também levaram aos resultados. Ninguém vive sem ser influenciado pelo mundo e vice-versa.

“Não somos quem dizemos, ,não somos quem queremos ser. Somos a soma da influência e do impacto que exercemos nos outros e em nossa vida.” – Carl Sagan

Temos a mania e hábito de opinar sobre coisas e situações, baseados em conjecturas e suposições, juízos de valor e julgamentos, mas nunca pelo entendimento imparcial da verdade por trás da verdade e seu real significado no contexto de seus atores, ambientes, emoções e intenções.

Expor e impor nossas opiniões a partir de um único ponto de vista é algo que clama por ceticismo e que o significado pela lente filosófica quer dizer, “doutrina segundo a qual o espírito humano não pode atingir nenhuma certeza a respeito da verdade, o que resulta em um procedimento intelectual de dúvida permanente e na abdicação, por inata incapacidade, de uma compreensão metafísica, religiosa ou absoluta do real.”.

É preciso para tanto, exercer a imparcialidade dos fatos, se colocando no lugar do outro, do nós e do todos nós, de forma interna e externa a circunstância, se aproximando o máximo possível da verdade absoluta, mas que porém terá sempre o cunho da visão de nossa própria identidade, crenças, valores e regras auto impostos ou não.

Pratique diariamente 7 princípios básicos que são:

Presença: Calma, desapego e foco;

Conexão: Conectado a tudo e a todos a sua volta;

Empatia: Sentimentos, emoções e tolerância pelos outros;

Clareza: Menos conflitos e mais fatos, razões e provas;

Consciência: Enxergar as realidades tangíveis e intangíveis

Verdade: Liberdade das crenças e preconceitos, eliminação de julgamentos, suposições e juízo de valor;

Êxtase: Amor incondicional e profundo.

Lembre-se que:

“Aquele que sabe não tem necessidade de gritar.” – Leonardo Da Vinci

Deixe seus comentários, sugestões e dúvidas, será um prazer respondê-los!

Me nome é Adriano Levy e minha missão é ajudá-lo a subir mais um degrau na escada do sucesso, realização, mudança, superação e alta performance.

Sou,

Palestrante, Talker, Executive & Life Coach, Analista Comportamental DiSC e Analista ASSESS, Consultor, Mentor, Empreendedor, Analista de Sistemas, Analista de Negócios, Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação. Certificado pela SLAC Coaching – Sociedade Latino Americana de Coaching, AC – PECC – Professional Executive Coach Certification, EMCC – PECC – Professional Executive Coach Certification, IAC – Certifies in PECC – Professional Executive Coach Certification e PCA – PECC – Professional Executive Coach Certification. Trata principalmente os assuntos relacionados a empreendedorismo tradicional e social inclusivo, Startups, Comunicação Interpessoal e não violenta, desenvolvimento de líderes e liderança, autodesenvolvimento pessoal e profissional. Já realizou diversos workshops e palestras e é idealizador e criador do Curso Real Leadership Experience além de diversas oficinas e cursos.

Cursos & Oficinas:

– EmocionalLAB – Gestão da Inteligência Emocional

– Gestão Comportamental

– Comunicação Interpessoal e Não Violenta (CNV)

– FEEDBACK 4.0

– Autodesenvolvimento Pessoal e Profissional

– REAL LEASERSHIP EXPERIENCE – Liderança 2.0

– Curso de Liderança 2.0 – Equipes de Alta Performance

Informações: http://www.coachadrianolevy.com.br

Inscrições: https://www.sympla.com.br/adrianolevy

Whatsapp: (11) 97030-8508

Instagram: adrianolevycoach

Facebook: adrianolevycoach

Você influencia as pessoas ou ajuda a elas a serem influenciadas?

Posso dizer que durante muito tempo, achei que realmente influenciava as pessoas, que realmente as convencia do meu ponto de vista e das minhas opiniões, porém com o passar dos anos e com a experiência adquirida – as duras penas – posso hoje dizer que dentro de cada um de nós existe um objetivo, meta e necessidade clamando para ser influenciado.

Todos temos nossas necessidades, nossas perspectivas, opiniões e pontos de vista, ao qual construímos ao longo de nossas vidas e as quais estão embasadas em nossos valores e crenças primárias e que direcionam nosso interesse tanto no dar como no receber, nossos interesses estão relacionados ao valor que damos aos objetos, pessoas, emoções e sentimentos e ao sentido que damos a estas conexões.

“Aquele que sabe não tem necessidade de gritar” – Leonardo da Vinci

Nossa motivação nunca nasce de fatores externos, ela já se encontra lá, quieta, tranquila e invisível, esperando o momento certo para se mostrar e para interagir com o mundo de forma a obter o que se deseja e o que necessitamos, ela é temporal, mensurável, acordada, realista e simples, porém precisa estar alinhada tanto de forma racional como emocional para que seja influenciada ao ponto de chegar no “Sim”.

Queremos ser convencidos, ter a sensação de poder decidir, de termos experiências positivas, de confiarmos e de no processo termos realmente nos conectado e criado relacionamentos significativos e fortes, prezamos nossos desejos e juízos de valor, nossa integridade e coerência e para isso é preciso fazer todo o sentido o mundo que nos cerca e que nos bombardeia de ofertas, promoções e oportunidades únicas, queremos nos sentir merecedores e pertencentes ao contexto e ao todo.

“Você não influencia ou motiva as pessoas, você as ajuda e desafia a serem influenciadas e motivadas” – Adriano Levy

Você quer me influenciar? Você deseja me motivar? Quer me persuadir?

Não precisa, basta saber aonde estou, quem sou, o que faço, o que tenho e não tenho, o que desejo e necessito e como me comporto com relação a isso, meus sentimentos, emoções, opiniões e perspectivas, ou seja, me escute atentamente, não com os ouvidos mas com todos os seus sentidos, veja, ouça, sinta, esta será a fórmula para me ajudar a ser influenciado.

Pense e reflita profundamento como tem sido suas relações e conexões, pessoais ou profissionais, íntimas, formais ou informais, você tem tentado influenciar ou colaborar com o processo de apoiar, desafiar e ajudar as pessoas a serem influenciadas, e responda com sinceridade com base no seu dia a dia, quanto tempo você passa impondo seu ponto de vista e quanto tempo você expõem de forma autêntica, sincera, vulnerável e positiva seus objetivos e necessidades?

Deixe seus comentários, sugestões e dúvidas, será um prazer respondê-los!

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Sou,

Palestrante, Talker, Executive & Life Coach, Analista Comportamental DiSC e Analista ASSESS, Consultor, Mentor, Empreendedor, Analista de Sistemas, Analista de Negócios, Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação. Certificado pela SLAC Coaching – Sociedade Latino Americana de Coaching, AC – PECC – Professional Executive Coach Certification, EMCC – PECC – Professional Executive Coach Certification, IAC – Certifies in PECC – Professional Executive Coach Certification e PCA – PECC – Professional Executive Coach Certification. Trata principalmente os assuntos relacionados a empreendedorismo tradicional e social inclusivo, Startups, Comunicação Interpessoal e não violenta, desenvolvimento de líderes e liderança, autodesenvolvimento pessoal e profissional. Já realizou diversos workshops e palestras e é idealizador e criador do Curso Real Leadership Experience além de diversas oficinas e cursos.

Cursos, Oficinas e Workshops: https://www.sympla.com.br/adrianolevy

Escolha a sua “ferramenta”​ que eu escolho a minha!

É muito engraçado começar desta forma a descrever como as pessoas estão num ciclo vicioso, é como uma pista das 500 milhas de Indianápolis, ficamos dando voltas, sem sair do lugar e sem chegar a lugar algum.

Reinventamos a roda, criamos novas ferramentas, damos novos nomes, mas tudo ainda gira em torno do EU contra VOCÊ e do VOCÊ contra EU! Uma hora devemos ligar o f@da-se e simplesmente ignorarmos a opinião dos outros, e seguirmos em frente em nosso propósito, sem considerarmos as opiniões e comentários, e nesse ponto chegamos na primeira curva e invertemos a batalha, pois agora eu te ignoro, ignoro suas opiniões e comentários, mas estou cheio de comentários sobre você, em como você faz diferente e errado, sigo pela reta mantendo esta postura, atitude e comportamento, este é o momento da minha vitória, do meu sucesso, as coisas estão dando certo, e até a próxima curva, eu sou a arrogância pura da verdade absoluta, me isolando e distanciando, pois sou diferente, certo que meus valores e crenças são puras, dignas e autênticas, é ai que as coisas começam a dar errado, a segunda curva chega e as coisas já não estão tão bem, agora além de ter opinião formada a seu respeito, de saber que você está errado, começo a generalizar, atacar, ofender e investir tempo e recurso para justificar o meu fracasso, frustração e angústia e em como ninguém enxerga do meu ponto de vista, e assim como na reta anterior, antes da terceira curva, mantenho este comportamento de indignação e intransigência, com as mesmas opiniões e atitudes, porém focando todo a minha ira em você e em como suas atitudes prejudicaram o meu sucesso, chego finalmente na terceira curva e agora o jogo se inverte, pois você agora tem opiniões formadas sobre mim e sua arrogância e verdades absolutas começam a me incomodar, mantenho agora uma posição que tanto pode ser de defesa quanto de ataque, mas qualquer que seja será sempre uma posição de que o que você faz me incomoda, e sendo assim sua opinião, atitude ou comportamento me afeta, mas ai chegamos na última curva desta disputa e você já não se encontra tão seguro de si e todo o jogo se reinicia, se repete, infinitamente.

É muito engraçado quando falamos que não iremos nos importar com a opinião dos outros, pois se assim fosse, a simples constituição desta frase já é um se incomodar.

O mundo não se trata de ignorar tudo e a todos, não se trata de ligar o f@da-se, mas sim de direcionar estas informações para oportunidades e de forma positiva, se trata de absorver, interpretar e abrir novas retas, curvas e saídas da pista e da disputa, levando mais longe na realização de seus propósitos e objetivos.

Ignorar feedback, opiniões, pontos de vista, perspectivas, atitudes e comportamentos diferentes vai te manter, viciosamente dando voltas no mesmo lugar, sem crescimento, mudança e superação.

A ferramenta que eu uso, o método, a forma, a hora, o tempo, o recurso, não importam, assim como as suas também não, o que importa é o verdadeiro objetivo, necessidade e sentimento que tenho em relação as minhas conquistas e vitórias, pois se minhas ações são realmente verdadeiras, autênticas e com propósito e paixão, farei isso de qualquer forma, aprenderei com as opiniões e perspectivas e direcionarei cada vez mais meus resultados para o extraordinário.

Quando questiono a atitude e comportamento e até as ferramentas utilizadas dos outros, demonstro uma completa incerteza dos meus propósitos e necessidades mais profundos e me coloco de volta na pista de corrida e na disputa.

Tudo isso parece muito subjetivo, complexo e difícil de entender sem realmente criarmos uma analogia no cotidiano e no dia a dia das interações humanas, sejam pessoais e presenciais, sejam virtuais e nas redes sociais.

No primeiro caso, quero exemplificar alguém que no mundo real, eu, anda, fala, conversa e se relaciona com todas as pessoas do bairro, moro a 27 anos no mesmo lugar, conheço até os buracos, postes, e pasmem, até o tempo de cada semáforo, sou um exemplo de cordialidade, educação, troca e participação, poderia até, na minha arrogância e verdade absoluta dizer que para algumas pessoas reais, sou um exemplo de dedicação, família feliz, liderança, bom pai, focado e objetivo na minha saúde, exercícios físicos, e por ai vai, mas faço isso tudo por mim, seria hipocrisia dizer que faço pelos outros, não sou altruísta, faço pelo meu bem estar, pela rede de relacionamentos, conexões e alianças, como diz o velho ditado – uma mão lava a outra – e assim sigo por este propósito e objetivo de ser a minha melhor versão de mim mesmo, atendendo minhas necessidades de respeito, reconhecimento, compaixão e empatia.

No segundo caso, ainda eu (rsssss), como sou muito disciplinado e tenho objetivos claros quanto a saúde mental, física e espiritual, vou a academia todos os dias, me exercito com humor, disposição e alta performance, e assim sendo, um exemplo para muitos, e isso sem fazer muito esforço, sendo então convidado a postar minhas conquistas de redução de peso, de performance e de exercícios aeróbicos nas redes sociais, especificamente no Instagram, para incentivar e motivar a outros a manterem o foco nos seus objetivos e metas.

Se no primeiro caso minhas ferramentas foram o contato real, limitado geograficamente pelo bairro e em grupos fechados de relacionamentos, no segundo as ferramentas foram virtuais e colaborativas, incentivando e motivando a outras pessoas em como é possível chegar lá.

Tudo isso não importa, real, virtual, espiritual, curtidas, tapinhas nas costas, presença, conexão, cafezinho e seguidores, o que importa realmente é se faço isso de forma consciente, totalmente focados no meu propósito e se atendem minhas necessidades. Se algumas pessoas vão se incomodar, falar, criticar, dar opiniões, gerar polêmica ou não, quero ouvir, quero entender, quero interpretar e dar um significado positivo ao meu propósito, quero melhorar, aperfeiçoar, superar, quero ser o que posso ser de melhor para mim, para minha família e para o mundo.

Se um marceneiro utiliza uma serra circular em uma bancada para cortar um pedaço de madeira numa linha reta e o outro usa uma serra tico-tico, quem sou eu para questionar as ferramentas utilizadas por cada uma, questionar suas capacidades, comportamentos e atitudes, questionar seus resultados e objetivos, questionar seus propósitos e ainda julgar ou pressupor que ninguém esta se beneficiando com isso ou até mesmo que alguém esta sendo prejudicado? O que quero saber realmente é qual destas duas ferramentas me possibilitam resultados extraordinários e de alta performance para meus objetivos e propósitos.

Então, por favor, escolha as suas ferramentas que eu escolho as minhas!

Reflita e pondere sobre como você está recebendo e dando feedback ao mundo e em como pode levar este pensamento para o seu dia a dia e para praticamente todos os aspectos pessoais e profissionais.

Deixe seus comentários, sugestões e dúvidas, será um prazer respondê-los!

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Cursos, Oficinas e Workshops: https://www.sympla.com.br/adrianolevy

Investir em colaboração, uma bóia salva-vidas em alto mar!

É surpreendente como muitos executivos, empresários e empreendedores ainda relutam em realizar mudanças, fazer investimentos e construir um modelo mental mais colaborativo e voltado para pessoas, continuam ainda nos velhos e tradicionais modelos de gratificação e recompensa versus punição, o que sufoca em todos os níveis hierárquicos a criatividade, inovação e o cognitivo de equipes e times.

Parece que investir em novos modelos de gestão, voltados mais para as pessoas e para a colaboração ainda é visto como uma bóia salva-vidas em alto mar, que só se usa quando o barco já está afundando, e muitas vezes o primeiro a usar é o próprio capitão, deixando a deriva uma tripulação de talentos, experiências e conhecimento.

Ainda continuo na briga da mentalidade corretiva que temos ao invés de preventiva, visionária e futurista, com mais antecipar do que remediar, com mais desenvolvimento do que imediatismo.

Apesar de várias pesquisas, indicadores e cases de sucesso apontarem para resultados que vão além do mediano, chegando por vezes ao extraordinário, levamos a embarcação pelo mesmo caminho e rota de colisão com o iceberg, e no fim das contas nem mesmo temos bóias salva-vidas para todos.

Todas as atividades voltadas para o desenvolvimento humano ainda são vistas como custos e não recebem a devida atenção, isso devida a uma visão de longo prazo como na maioria das vezes foi no passado, nos modelos tradicionais de treinamento e desenvolvimento, porém nos dias atuais, dispomos de diversas ferramentas e metodologias que tanto geram resultados imediatos e visíveis, chegando a serem até mesmo tangíveis, de curto prazo, como também de médio e longo prazo, e diferente do passado, hoje o desenvolvimento está mais focado na criação de competências que gerem a capacidade no indivíduo de se autodesenvolver ao longo do tempo de forma constante e com propósito.

“Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer a espécie humana” – Edgar Morin

Ferramentas, processos e metodologias como coaching e mentoria podem de forma rápida identificar, desenvolver e treinar indivíduos para se tornarem mas eficientes e eficazes, com alta performance e automotivação. Pilares essenciais como inteligência socioemocional, comunicação interpessoal, liderança, planejamento e organização, trabalho em equipe, empatia, resolução de conflitos e influência, permitem construir indivíduos mais preparados para um mundo em constante evolução, mudança, imprevisível e incontrolável além de mais competitivo e colaborativo.

São essenciais as seguintes reflexões a respeito do desenvolvimento pessoal e profissional de colaboradores, executivos, líderes, gestores e supervisores:

  • Poder de decisão e mais autonomia;
  • Engajamento, comprometimento e foco;
  • Adaptação a mudanças;
  • Capacidade de enfrentar situações difíceis e complicadas;
  • Rede de conexões, relacionamentos e de alianças;
  • Alinhamento dos aspectos pessoais, profissionais e propósitos.

Lembre-se que todos os investimentos realizados em desenvolvimento humano proporcionam não só resultados financeiros, mas retenção de talentos, inovação, criatividade, colaboração, rede de alianças e de influências e propósito.

Mas a decisão é sua, chegar a um porto seguro com toda a sua tripulação ou continuar a deriva em alto-mar no meio da tempestade!

Reflita e pondere sobre como você pode levar este modelo de desenvolvimento para seu dia a dia e para praticamente todos os aspectos pessoais e profissionais.

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