COMO O MENTOR COACH PODE AJUDAR VOCÊ?

É natural que na busca por uma nova carreira, emprego ou até mesmo um novo propósito profissional, você se sinta meio perdido, sem saber por onde começar, o que fazer e como fazer. É nessa hora que um MENTOR COACH pode lhe ajudar. A parceria do mentor com seu mentorado ocorre na forma de relacionamentos interpessoais, onde os conhecimentos e experiências do mentor são utilizados para desenvolver e estimular a reflexão e o crescimento do mentorado.

E DE QUE FORMA ISSO OCORRE?

Durante nossa vida, seja infantil, adolescência ou adulta, temos vários mentores, que podemos chamar de mentores informais, são nossos pais, amigos, professores, colegas de trabalho e por ai vai. Porém se precisamos especificamente nos desenvolver através de um processo de mentoria, devemos recorrer a mentores coaches formais, que irão nos orientar, apoiar, aconselhar de forma reflexiva e criar vínculos emocionais e sociais tanto a nível pessoal como profissional e que vão como podem perceber muito além de simples modelos de aconselhamentos informais.

Com isso é possível desenvolver o aprendizado com maior rapidez, maior autoconfiança no saber e fazer, maior nível de adaptação a mudanças, mais facilidade de crescimento profissional, mais satisfação na realização profissional, aumento do índice de assertividade e efetividade, aumento da rede de relacionamentos e networking e menos índice de ansiedade, estresse e frustação.

O mentor coach, através do processo de mentoring acolhe, orienta e aconselha seu mentorado com experiências e conhecimentos que irão servir de base para a reflexão dentro do processo de mentoring coaching. Da mesma forma que o processo de coaching, não existe inferência nem achismo do que é certo ou errado do que serve ou não, mas a troca de informações próprias levando o mentorado a reflexão na aplicabilidade na sua realidade de “status quo” e do seu estado desejado tanto para a vida pessoal como profissional.

Durante estes mais de 30 anos de experiências em liderança, empreendedorismo, desenvolvimento e análise de sistemas e negócios, e no desenvolvimento de pessoas, equipes e grupos, além é claro que um casamento de 25 anos e dois filhos adultos, para muitos dos meus clientes, parceiros e amigos, e pela minha dedicação, integridade e modelo de vida, acabei me tornando mais que simplesmente um mentor informal, passei a ser um mentor coach modelo e um líder modelo. Pude perceber isso, quando em um processo de coaching com meu coachee, tive a surpresa de escutar ele dizer “quis fazer o processo de coaching com você pela sua experiência de vida pessoal e profissional e pelo seu exemplo como pessoa e todos os seus conhecimentos em negócios, e na vida”, a princípio fiquei surpreso, e até fiquei reflexivo, porém olhando para todo meu histórico, de forma intencional ou não foi realmente o que construí, uma vida de ajudar e desenvolver pessoas, de me entregar, de compartilhar e ensinar.

Ser um mentor coach para mim é mais que simplesmente uma realização é uma paixão em poder desenvolver pessoas, compartilhar conhecimentos e experiências. Por isso estes últimos anos tenho me empenhado em me desenvolver mais e mais de forma a poder compartilhar mais e mais, e criando ferramentas, métodos e processos que irão capacitar e desenvolver muito mais meus mentorados e coachees.

Praticamente o processo de mentoring coaching se divide em:

1) Acolher, escutar e entender de forma empática o mentorado;

2) Orientar e aconselhar na forma de experiências próprias de vida pessoal e profissional levando o mentorado a reflexão, insight e aplicação a sua realidade;

3) Visibilidade e exposição do mentorado a realizar seus objetivos e propósitos, agindo e realizando de forma mais efetiva;

4) Aumento da sua rede de relacionamentos e networking através de redes sociais, encontros, grupos e eventos.

Atualmente dou palestras, workshop e cursos em diversos locais levando o conhecimento e experiência a várias pessoas que precisam sair de suas zonas de conforto e isso é reconfortante, compartilho conhecimentos e experiências também nas redes sociais e nos vídeos do meu canal do youtube.

Se quiser saber um pouco mais da minha histório visite meu site: http://www.coachadrianolevy.com.br

MINHA PROPOSTA É AJUDAR AO COACHE INICIANTE QUE QUER VIVER DE COACHING

E como faço isso? Sou mentor coach, coaching executivo, de vida, de negócios e de empreendedorismo e através destes processos ajudo a coaches, empreendedores e líderes a terem alta performance, foco e ação.

“LEMBRE-SE O MELHOR NÃO ESTÁ NAS PALAVRAS, ENSINAMENTOS OU CONSELHOS MAS DENTRO DE VOCÊ MESMO, ENTÃO SEJA A MELHOR VERSÃO DE VOCÊ MESMO.” – Adriano Levy

Adriano Levy

Mentor Coach, Executive & Entrepreneur Coach, Membership YLAI – Young Leaders of the Americas Initiative, PME Community Leader Volunteer, CEO – GOODINFO Coaching & Desenvolvimento Humano e Tecnológico, EXECUTIVE COACH (SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching), LIFE COACH (SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching), Analista Comportamental DiSC, Analista Competências ASSESSMENT, GESTÃO DE TI, Palestrante, Consultor e Mentor de Negócios e Empreendedorismo,

Cel.: +55 (11) 970308508 (Whatsapp) | Tel.: +55 (11) 4200-4449

Linkedin:https://www.linkedin.com/in/adrianolevy/

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EMPREGO OU EMPREENDER?

A 10 anos atrás o sonho de todo jovem, recém formado na universidade, e até mesmo os jovens com apenas o 2º grau completo (Atual ensino médio), sonhavam em ter um emprego estável, com salário e benefícios. Este desejo estava diretamente relacionado a cultura e tradição passada de pais para filhos, pois era este o ponto chave do sucesso e da ascensão de carreira.

Porém na última década, crises sócio econômicas, mudanças culturais e até mesmo novas tecnologias, oportunidades e acesso global à informação, estão mudando este cenário.

Até abril de 2017, conforme dados do Sebrae, Endeavor e conaje o número de jovens entre os 18 e 25 anos que trocam empregos promissores ou estáveis para empreender cresceu para 20%, sendo que deste montante em média 70% são homens e 30% mulheres.

Atualmente, acredita-se que este número, devido a instabilidade política e sócio econômica do Brasil, tenha crescido para mais de 30% e continua em crescimento ascendente, levando cada vez mais pessoas de todas as faixas etárias e níveis de escolaridade a empreenderem.

Numa das últimas conversas que tive com alguns participantes dos workshop que administro, tratando temas como Empreendedorismo Social, Startup e Liderança 360, foi ressaltado, principalmente por quem trabalha com recolocação profissional que o número crescente, em torno de 50% das pessoas que procuram uma recolocação, querem na verdade abrir seu próprio negócio e empreender.

Mais do simplesmente crise e economia, um dos pontos principais abordados, está relacionado a questões éticas, morais, de valores e liberdade, ou seja tanto do âmbito comportamental como de inteligência emocional, as pessoas não mais querem trabalhar por simplesmente trabalhar, querem trabalhar com propósito, serem úteis a sociedade e ao mundo.

O que antes era apenas um movimento “jovem”, agora pode-se observar pessoas que vão da faixa dos 18 anos até mais de 40 anos. Pode-se dizer que a palavra mais assertiva neste caso, seja qualidade de vida e propósito.

Entre este movimento, estão cada vez mais engajadas pessoas com pretensões sociais inclusivas, abordando e resolvendo problemas que cercam a sociedade e consequentemente o mundo. Os estilos de empreendedores sociais, inclusive que buscam e procuram informações cada vez mais detalhadas de como, por quê e quando empreender é impressionante, a diversidade de gêneros, culturas e conhecimentos praticamente ultrapassa até mesmo as fronteiras Brasileiras. Em vários workshop, pude observar que pessoas vindas de outros pontos, principalmente da América Latina, tem aumentado.

Todos buscam soluções com base em problemas de várias origens, como educação, mobilidade, energias renováveis, construção, alimentos e produção, sempre focando na interdependência e interdisciplinaridade, trabalhando em colaboração e de forma empática.

A cada dia novas tecnologias surgem, novos grupos de discussões são criados, e mais e mais todos seguem a cartilha do sonho, qualidade de vida e propósito para si e para seus semelhantes.

Será que este movimento é o futuro, na Revista Veja do mês de Fevereiro de 2018 (este mês), a principal frase de capa é “EM DEFESA DA GLOBALIZAÇÃO” e segue “Um Balanço da integração econômica comprova: a solução para problemas como desigualdade, desemprego e insegurança esta em mais cooperação mundial – e não no isolamento dos países”

É necessário que mais pessoas sejam multiplicadoras de informações sobre empreendedorismo e que cada vez mais tenhamos acesso a informações estatísticas de problemas e necessidades sócio econômicas, culturais e ambientais.

Sonhar com empreender é maravilhoso, porém o empreendedor precisa saber se está capacitado, se possui as competências e comportamentos necessários ao sucesso e estar convicto que o caminho pode ser duro, trabalhoso e árduo, porém gratificante.

Quer saber mais informações sobre empreendedorismo tradicional ou social inclusivo, faça seu comentário e pergunta que responderei com prazer.

Adriano Levy

Membership YLAI – Young Leaders of the Americas Initiative, PME Community Leader Volunteer. CEO – GOODINFO Coaching & Desenvolvimento Humano e Tecnológico, EXECUTIVE COACH (SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching), LIFE COACH (SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching), Analista Comportamental DiSC, Analista Competências ASSESSMENT,GESTÃO DE TI, Palestrante, Consultor e Mentor de Negócios e Empreendedorismo, Participante do STAKEHOLDER CENTERED COACHING – Marshall Goldsmith.

SOFT SKILLS, HABILIDADES INATAS?

Vou ser bem sincero, as vezes fico incomodado em ver ou ler algumas notícias, que na maioria das vezes só comprovam o que alguns de nós profissionais já tentamos passar, compartilhar, ensinar ou até mesmo discutir a respeito.

Nos meus mais de 30 anos de experiência com pessoas, equipes, times, grupos e networking, a dificuldade que mais vejo é a habilidade interpessoal, a dificuldade de relacionamento interpessoal e principalmente a comunicação interpessoal, as chamadas “Soft Skills”. Por onde eu vá, apesar dos esforços que são visíveis nas pessoas, de cada 100 apenas 1 possui, não de forma global, mas possui pelo menos a capacidade e a habilidade interpessoal.

Onde estão as principais dificuldades? Em primeiro lugar na Empatia, é comum até vermos, simpatia, interesse e até atenção total, mas Empatia no sentido da palavra, raríssimo, em seguida a dificuldade de comunicação interpessoal, real, efetiva com escuta atenta e estruturada, percebendo os mínimos detalhes e fazendo as perguntas certas sem pré-supor, sem inferir e tendo o real entendimento, o que explica é claro a falta da primeira, Empatia.

Sem estas duas, praticamente todo o resto de “soft skills” ou habilidades interpessoais fica sem sentido, pois sem empatia e comunicação interpessoal, efetiva, atenta e estruturada não há como se ter respeito a diversidade, ser adaptável a mudanças, ser líder e até mesmo inovar.

Conforme li estes dias na publicação digital da revista época Negócios (Link para a matéria: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2018/02/o-que-sao-soft-skills.html) feita por Barbara Bigarelli, e conforme Levantamento da edição de 2017 do Capgemini Digital Transformations Institute Survey mais de 60% das empresas do mundo todo sofrem com a falta e carência das “Soft Skills”, conclusivamente, observa-se que grande parte dos executivos procuram cursos e profissionais de capacitação, pagando preços altos para adquirirem estas habilidades, que hoje, veja só, não mais são consideradas habilidades inatas, mas habilidades que podem ser ensinadas, aprendidas e aplicadas.

Até onde sei, ou pelo menos até onde sempre considerei pilares da boa liderança e principalmente pilares da qualidade de vida pessoal e profissional, estas sempre foram habilidades que podem e devem ser aprendidas e aplicadas em todas as áreas e setores. Eu mesmo acho que durante estes longos 30 anos desenvolvi uma série de “Soft Skills” que me foram e são úteis no meu dia a dia como coach, palestrante, mentor e consultor.

Entre as habilidade da pesquisa realizada pelo Capgemini Digital Transformations Institute Survey, estão:

Colocar o consumidor no centro das preocupações (uma forma de empatia) (65%)
Paixão por aprender (64%)
Colaboração (63%)
Capacidade de decidir (62%)
Habilidade organizacional (61%)
Habilidade de lidar com ambiguidade (56%)
Mentalidade empreendedora (54%)
Capacidade de gerar mudanças (53%)

Estas habilidades, algumas delas quase impossíveis de serem medidas por ferramentas comportamentais ou de competências, fazem parte dos 6 pilares básicos de todo e qualquer Líder Empreendedor (1), que são:

Líderança de equipes e pessoas;
Comunicação Interpessoal;
Planejamento e organização;
Adaptével a Mudanças;
Aperfeiçoamento Contínuo
Inovação e Criatividade

A estes 6 pilares de competências e habilidades adicionamos a Inteligência Emocional e o Reconhecimento dos Perfis Comportamentais.

No Curso Criado por mim de nome REAL LEADERSHIP EXPERIENCE, estas habilidades, comportamentos e competências são ministrados de forma prática e vivencial, com atividades em grupo e individuais, preparando e desenvolvendo o participante a criar seu próprio plano de ação durante dois dias inteiros com aproximadamente 20 horas de imersão total.

Porém como a matéria descreve, é preciso tomar cuidado com quem, onde e como é realizado este aprendizado. É preciso que o executivo, líder ou empreendedor tenha certeza do conteúdo, do que será desenvolvido e como. Investir alguns milhares em uma formação que não lhe dará suporte para o resto da vida em contínuo desenvolvimento pode ser um mal investimento.

(1) Entende-se como Líder Empreendedor o conceito geral envolvendo tanto o pessoal como profissional, seja pra empreender seja para intra-empreender, autodesenvolvendo habilidades para propósitos e objetivos de forma duradoura e contínua, com resultados efetivos.

Resumindo, “Soft Skills” ou Habilidades Interpessoais, num mundo globalizado, tecnológico, conectado e colaborativo são (e sempre foram) ESSENCIAIS e INDISPENSÁVEIS para qualquer pessoa que deseja se autodesenvolver de forma pessoal e profissional, ser mais efetivo, maximizar mais suas ações e ter foco em pessoas e resultados de forma assertiva.

Espero que tenha contribuído para uma reflexão mais profunda com relação a frase “Em que você realmente deu o seu melhor hoje?”.

Adoro conversar sobre temas relacionados a Empreendedorismo, Startup, Liderança e Coaching. Você pode entrar em contato comigo sempre que precisar de suporte profissional ou tiver dúvidas. Você também pode deixar seus comentários ou sugestões.

Um Abraço e até a próxima

Adriano Levy

Executive Coach, Life Coach, Coach de Carreira, Analista Comportamental DiSC e Analista ASSESS, Consultor, Mentor, Empreendedor, Palestrante, Analista de Sistemas, Analista de Negócios, Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação.

COACHING vs PERFIL COMPORTAMENTAL

Este artigo tem como objetivo trazer a importância da ferramenta de análise comportamental para as startups.

Atualmente, por conta de todas as tecnologias disponíveis no mercado, o dinamismo, as inovações e praticamente a inexistência de barreiras ou fronteiras culturais, veja que a pluralidade de pessoas é um dos principais pontos que acompanham as startups.

São diferentes gêneros e culturas e uma crescente necessidade de compreender cada um, comunicando-se de forma assertiva com os mais diversos perfis comportamentais existentes, com suas diversas personalidades, talentos natos e inatos, bem como valores e necessidades diferentes, assim como níveis de satisfação pessoal diferenciados.

Tão importante como o processo de mentoring ou até mesmo de consultoria, o processo de Life Coaching aborda tanto o autoconhecimento, o entendimento comportamental pessoal e profissional, sendo um facilitador para a maximização de ações com foco no resultado.

Por meio do Life Coaching é possível gerar empatia e rapport com todos os membros da equipe, objetivando melhores resultados e foco sempre na solução, na minimização dos conflitos interpessoais, facilitando a comunicação e relacionamento, sendo um componente essencial inclusive para a obtenção de investimentos.

Além disso, através do Life Coaching os integrantes das startups conseguem alinhar seus objetivos e metas com seus valores, necessidades, crenças e satisfações pessoais, trazendo mais qualidade de vida pessoal e profissional.

É importante, entretanto, citar que o Life Coaching não se trata de mentoria, consultoria, terapia e muito mesmo de PNL. É um processo que apoia cada integrante da startup, para que tenha mais ação, pense de forma mais clara e comece a trabalhar com foco na solução e no alcance de seus objetivos e metas traçadas, tomando as melhores decisões e definindo melhor o seu foco na reestruturação da sua vida pessoal e/ou profissional, objetivando a máxima produtividade e resultados assertivos.

Em momento algum o processo de Life Coaching irá inferir, sugerir ou aconselhar, mas sim dar o suporte necessário, extraindo do indivíduo a resposta necessária do que ele busca. É extremamente importante introduzir este conceito no dia a dia das startups e tornar o Life Coaching uma necessidade clara e objetiva.

ADRIANO LEVY BARBOSA
Executive & Life Coach e Coach de Carreira
Executive & Life Coaching, Analista DiSC, Analista de Negocios, Consultor de TI, Programador Analista Senior, Tecnico em Eletronica, Web Designer, Ingles Intermediario, Instrutor/Professor Desenvolvimento Humano e Pessoal.